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CORRUPÇÃO
Para se safar, Palocci atira em Guido Mantega 16.06.2017
Palocci se esquiva e atira em Mantega

 Curitiba – Começa o tiroteio e a troca de acusações entre petistas graduados: ontem, a defesa de Antonio Palocci, ex-ministro nos governos Lula e Dilma, disse que o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega foi o responsável pelos pagamentos ilegais feitos pela Odebrecht em contas dos marqueteiros petistas João Santana e Monica Moura. 

Embora os advogados de Palocci não citem nominalmente Mantega, eles fizeram uma indicação indireta a ele. Palocci está há meses preso em Curitiba por decisão do juiz Sergio Moro. 
 
De acordo com as declarações da defesa de Palocci, trechos do depoimento de Marcelo Odebrecht, herdeiro da empreiteira baiana, indica a responsabilidade de Mantega quando dos pagamentos ao marqueteiro após 2011. 
 
"Importante ressaltar que os valores constantes da planilha "Italiano" não eram destinados ao acusado, mas sim ao Partido, de forma que, após Antônio Palocci deixar o governo, o montante passou a ser gerido por terceira pessoa, como resta claro do interrogatório de Marcelo Odebrecht", afirmam os advogados dp ex-ministro de Lula e Dilma.
 
Os advogados também apontaram trecho do depoimento de Marcelo Odebrecht em que o empresário diz que os valores não eram para Palocci ou Mantega, mas sim para Partido dos Trabalhadores. 
 
Os advogados também apontaram a data das transferências para indicar a responsabilidade para Mantega. "Não por acaso, todos os pagamentos realizados em favor dos corréus Mônica Moura e João Santana no exterior foram realizados a partir de 19.07.2011, período em que o acusado já não mais exercia cargo público algum, e durante o qual o crédito existente a favor do Partido dos Trabalhadores por ele já não era mais gerido, segundo o próprio corréu Marcelo Odebrecht", diz o documento da defesa. 
 
O Ministério Público Federal denunciou Palocci pela prática dos delitos de corrupção passiva por uma vez, e lavagem de ativos por dezenove vezes. Os advogados pedem a absolvição de Palocci. Os defensores também alegam que o processo contra o ex-ministro não deve ser conduzido na Justiça Federal de Curitiba. O argumento é de que a Petrobras não é estatal, mas sim empresa de economia mista, portanto não deveria ser julgada na esfera federal. 
 
As alegações finais são a última manifestação da defesa antes da sentença do juiz Sergio Moro. A peça foi protocolada pelos advogados Alessandro Silverio, Bruno Vianna e Sylvio Silveira Filho. Palocci contratou recentemente os advogados Adriano Bretas e Tracy Reinaldet, especialistas em acordos de delação premiada. 
 
Com agências


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