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BRASIL EM CRISE
Rombo das contas do governo em julho é o pior da história 29.08.2017
A secret√°ria do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi

 Brasília -- Dados divulgados pelo Tesouro Nacional nesta terça-feira (29) mostram que  o deficit primário do governo foi o pior da história tanto para meses de julho quanto para o acumulado do ano. As despesas superaram as receitas em R$ 20,1 bilhões no mês passado, o que levou o rombo do ano a R$ 76,2 bilhões, o equivalente a 2% do Produto Interno Bruto (PIB).

Nos 12 meses encerrados em julho o resultado das contas do governo central é negativo em R$ 183,7 bilhões (2,84% do PIB). Os resultados acumulados do ano e dos 12 meses até julho também são os piores da série histórica, iniciada em 1997.
 
A equipe econômica anunciou recentemente o aumento da meta de déficit primário do governo central para R$ 159 bilhões tanto para 2017 quanto para 2018, além de uma série de medidas de redução de gastos e aumento das despesas. A ampliação da meta de déficit ainda depende de aprovação do Congresso Nacional, que deverá votá-la entre hoje e quarta-feira.
 
Pelos números do Tesouro Nacional, o resultado do governo central de julho é reflexo de um déficit do Tesouro de R$ 6,558 bilhões e déficits de R$ 13,517 bilhões da Previdência Social e de R$ 77 milhões do Banco Central (BC).
 
A receita líquida total do governo central teve uma queda real de 3,1% no acumulado de janeiro a julho, na comparação com o mesmo período de 2016, somando R$ 637,280 bilhões. Em termos nominais, houve avanço de 0,9%. Já a despesa total registrou um recuo real de 0,2% no acumulado dos sete primeiros meses do ano (ou crescimento de 3,8% em termos nominais), atingindo R$ 713,557 bilhões.
 
Considerando apenas o mês de julho, a receita líquida total do governo central teve queda real de 5,5% ante o mesmo mês de 2016 e de 2,9%, considerando valores nominais, somando R$ 89,130 bilhões. As despesas caíram no mês 4,2% em valores reais e 1,6% em termos nominais, totalizando R$ 109,282 bilhões.
 


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