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CORRUPÇÃO
Dono da JBS entrega extratos de contas "Lula" e "Dilma" 01.09.2017
Divulgação
Lula e Dilma tinha conta milion√°ria

Brasília - Os irmãos Batista, Joesley e Wesley, donos do grupo JBS, vão entregar ao Ministério Público Federal extratos de depósitos feitos nas contas que atribuíram aos ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff em banco na Suíça. Segundo o empresário, a conta chegou a ter saldo de US$ 150 milhões.  

Segundo Joesley relatou aos procuradores na delação premiada que firmou recentemente, as contas foram abertas em nome de uma offshore controlada pelo próprio empresário. Ele disse que, quando fazia negócio com o governo petista, depositava propina de cerca de 4%, primeiro numa conta "de Lula", durante o governo dele, e depois numa conta "de Dilma". O dinheiro ficaria reservado para o PT. O empresário afirma que mostrava os extratos para o então ministro da Fazenda, Guido Mantega.
 
Cada vez que dava dinheiro para campanhas do PT no Brasil, Joesley contou que abatia contabilmente da poupança do exterior. No fim das contas, o PT gastou tudo o que tinha direito, afirma. E Joesley usou o saldo no exterior para comprar um apartamento em NY, dois barcos e até mesmo para pagar a festa de seu casamento, em 2012.
 
O ex-ministro Guido Mantega afirmou que nunca negociou a doação de recursos irregulares com o empresário Joesley Batista. Lula e Dilma afirmam que jamais ouviram falar da tal conta.
 
Denúncia
 
Antes mesmo de vir à tona o conteúdo das delações de Joesley Batista na Operação Lava Jato, um banco suíço usado para movimentar recursos ilícitos para abastecer campanhas do ex-presidente Lula  e da presidente cassada Dilma Rousseff, conforme relato do empresário, denunciou suas contas para autoridades do país europeu. O volume de dinheiro e os padrões de transferências sem justificativa levantaram a suspeita de crimes financeiros, embora a instituição desconheça os beneficiários das movimentações.
 
A Procuradoria-Geral da República espera que as informações coletadas pelas autoridades sejam agora transferidas ao Brasil. Na avaliação de autoridades suíças próximas ao caso, o Ministério Público Federal terá “forte chance” de apurar mais detalhes sobre as transferências. O banco Julius Baer fechou as contas na Suíça e o dinheiro foi transferido para Nova York, onde hoje vivem Joesley e sua família.
 
Em sua delação premiada, o empresário afirmou à PGR que reservou duas contas para atender às demandas dos petistas. Segundo ele, o dinheiro era usado para pagar propina a políticos do PT e também a aliados. Joesley contou que as contas chegaram ao saldo de US$ 150 milhões em 2014. O empresário disse também que o dinheiro era operado a mando do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, com o conhecimento de Lula e Dilma. Os petistas negam as acusações.
 
Com agências


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