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PETROLÃO
PGR pede condenação e perda de mandato de Gleisi 24.11.2017
Divulgação
Gleisi e Bernardo: propina de R$ 1 milh√£o

Brasília - A procuradoria-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), do marido dela, o ex-ministro Paulo Bernardo, e do empresário Ernesto Rodrigues.

Os três são réus no STF pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O Ministério Público afirma que eles se envolveram em um esquema que teria desviado R$ 1 milhão da Petrobras. Todos negam as acusações.

A PGR também pediu a perda de função pública para quem for condenado e estiver ocupando cargo público, como hoje é o caso de Gleisi Hoffmann; e o pagamento (pelos três) de R$ 4 milhões, a título de danos materiais e morais, por lesão à administração pública.

O parecer da PGR, assinado pela procuradora-geral, Raquel Dodge, foi enviado ao ministro Edson Fachin nesta quinta-feira (23), mas a informação foi divulgada pela PGR nesta sexta (24).

O caso

Gleisi, Paulo Bernardo e Ernesto Rodrigues se tornaram réus em setembro de 2016.

O Ministério Público afirma que os três se envolveram no desvio R$ 1 milhão da Petrobras. O dinheiro, afirma a PGR, teria sido direcionado para campanha eleitoral de Gleisi, em quatro parcelas de R$ 250 mil.

O repasse, ainda segundo a denúncia, teria sido realizado por meio de empresas de fachada do doleiro Alberto Youssef contratadas pela Petrobras.

Também conforme a PGR, os recursos foram liberados pelo ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa, cujo objetivo seria obter apoio político de Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo para se manter no cargo.

Defesa

Presidente do PT, Gleisi Hoffmann prestou depoimento ao STF em agosto e negou as acusações da PGR, afirmando que não há provas. Gleisi também se disse "vítima de perseguição política".

Nesta sexta, o advogado da senadora, Rodrigo Mudrovitsch, divulgou a seguinte nota:

"A acusação formulada pela PGR foi baseada somente em depoimentos claramente conflitantes de três colaboradores premiados. Ao longo do processo, foram apresentados documentos, prestados testemunhos e ouvidos outros colaboradores que refutaram veementemente a acusação, seja sob o prisma da inexistente solicitação de valores a Paulo Roberto Costa ou da mentirosa história de entrega de valores por Alberto Youssef e Antônio Pieruccini. Certa de que os fatos foram integralmente esclarecidos ao longo da instrução, a Senadora Gleisi Hoffmann apresentará as suas alegações finais confiando em sua absolvição através de um julgamento técnico por parte do Supremo Tribunal Federal."

Quando Paulo Bernardo virou réu, a advogada dele, Verônica Sterman, também rebateu as acusações, alegando que não foi provada a interferência do ex-ministro para manter Paulo Roberto Costa no cargo de diretor na Petrobras.

Com agências 



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