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INSEGURANÇA
Governo do RN decreta calamidade p√ļblica 06.01.2018
Divulgação
Policiais cruzam os braços em Natal

Brasília - O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), decretou estado de calamidade na segurança pública do Estado devido à greve de policiais militares e civis que deixou a população à mercê da bandidagem.

Segundo o decreto, publicado na edição deste sábado (6) do Diário Oficial do Estado, a decisão foi motivada pela paralisação das atividades dos policiais miltares e civis, que, segundo o texto, acarreta "insegurança e transtornos à população". Desde 19 de dezembro, os militares não fazem o patrulhamento nas ruas e os policiais civis reduziram os efetivos nas delegacias.

Entre as justificativas para a decisão, o governador lista também o "o aumento dos índices de violência decorrente da paralisação". O decreto tem vigência de 180 dias e permite aos gestores do estado a celebração de contratos em regime emergencial, sem licitação. Também disponibliza "para atendimento aos serviços necessários do sistema de segurança pública todos os bens, serviços e servidores da Administração Pública Direta ou Indireta".

Forças Armadas

Desde 29 de dezembro, homens das Forças Armadas dão apoio ao Rio Grande do Norte na tentativa de manter a segurança no estado. Mesmo assim, o clima de medo permanece nas principais cidades. Somente nos 15 primeiros dias de greve, 106 pessoas foram assassinadas no RN, 35% a mais do que no mesmo período do ano passado, quando ocorreram 78.

Na última terça-feira, após decisão judicial determinar a prisão dos agentes de segurança que participam da greve, parte dos policiais militares que estavam aquartelados retornou às ruas. Já o Sindicato dos Policiais Civis e Servidores de Segurança Pública (Sinpol-RN) decidiu manter a paralisação. O comando da Polícia Militar informou na terça que 42 viaturas haviam deixado os quartéis da Região Metropolitana de Natal para realizar patrulhamento nas ruas em função da decisão judicial.

Com agências 



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