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BRASIL EM CRISE
Indústria mostra força e puxa a economia em 2017 01.02.2018
Divulgação
Produção de veículos puxou alta

Brasília - A produção industrial nacional cresceu 2,5% no acumulado de 2017, após quedas de 3,0% em 2014, 8,3% em 2015 e 6,4% em 2016. Entre os destaques está a produção de veículos automotores, reboques e carrocerias (17,2%), seguida pelas indústrias extrativas (4,6%, em parte pelo impacto do pré-sal). Os dados foram divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (1°).

Em dezembro, a alta foi de 2,8% em comparação com o mês anterior, na série com ajuste sazonal, na maior alta desde junho de 2013, quando foi registrada alta de 3,5%. Nos quatro últimos meses, as taxas foram positivas, acumulando alta de 4,2%.

Em relação a dezembro de 2016, a alta foi de 4,3%, a oitava taxa positiva consecutiva na comparação com o mesmo mês do ano anterior (série sem ajuste), mas inferior às taxas de outubro (5,5%) e novembro (4,7%).

Frente ao mesmo período de 2016, a indústria cresceu 4,9% no quarto trimestre e 4,0% no segundo semestre.

Na comparação de dezembro com novembro do ano passado, a indústria teve alta em três das quatro grandes categorias econômicas e em 20 dos 24 ramos pesquisados. As principais influências positivas foram veículos automotores, reboques e carrocerias (7,4%), que reverteu a queda de 0,8% no mês anterior, e produtos alimentícios (3,3%), que avançou pelo segundo mês consecutivo e acumulou crescimento de 4,3%.

Outras contribuições positivas vieram de produtos de borracha e material plástico (6,9%), de metalurgia (4,2%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (10,3%), de outros equipamentos de transporte (15,2%), de produtos diversos (21,2%), de produtos de metal (6,0%), de celulose, papel e produtos de papel (3,3%) e de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (1,8%).

Entre os quatro ramos que reduziram a produção em dezembro, destaque para produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-12,1%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,1%) e indústrias extrativas (-1,5%). O primeiro eliminou parte do avanço de 22,8% acumulado em outubro e novembro de 2017, o segundo teve perdas de 5,6% desde outubro do mesmo ano e o terceiro recuou após avançar 0,6% em novembro.

Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com novembro, bens de consumo duráveis tiveram a maior alta (5,9%) e o segundo resultado positivo consecutivo, com um acumulado de 8,9% nesse período. Os segmentos de bens de consumo semi e não duráveis (3,0%) e de bens intermediários (1,7%) também cresceram, com o primeiro revertendo a perda de 2,4% do mês anterior, e o segundo com um avanço acumulado de 3,0% em dois meses consecutivos de crescimento. Bens de capital (0,0%) mostrou variação nula, o que interrompeu o comportamento positivo iniciado em abril de 2017, período em que acumulou expansão de 12,4%.

Com agências 



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