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LAVA JATO
Preso em Portugal operador de propinas da Petrobras 04.02.2018
Divulgação
Raul Schmidt estava foragido em Portugal

Brasília - Apontado como operador no esquema de corrupção da Petrobras, o luso-brasileiro Raul Schmidt foi preso por volta das 12h30 deste sábado (3), em Sardoal, cerca de 150 km de Lisboa, segundo informações da Polícia Federal.

Schmidt é investigado por suspeita de pagamento de propina aos ex-diretores da estatal Renato Duque, Jorge Zelada e Nestor Cerveró e ainda por lavagem de dinheiro.

"(...) em trabalho conjunto de inteligência entre a Polícia Federal, Ministério Público Federal, Interpol, Adidância da Polícia Federal em Portugal e as autoridades portuguesas, ele foi localizado nesta tarde e preso", disse a PF em nota.

Ele já havia sido preso anteriormente em um apartamento de luxo em Lisboa, em março de 2016, durante a 25ª fase da Lava Jato, que levou uma equipe do Brasil para atuar em conjunto com o Ministério Público e a Polícia Judiciária de Portugal.

Raul Schmidt estava foragido desde segunda-feira (29), quando a Justiça portuguesa confirmou a extradição dele para o Brasil. Como está preso em Portugal, neste momento, o advogado português Pedro Lille é responsável pela defesa dele. Lille não quis se manifestar.

Schmidt é investigado pelo pagamento de propinas aos ex-diretores da Petrobras Renato de Souza Duque, Nestor Cerveró e Jorge Luiz Zelada - todos envolvidos no esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa instalado na estatal.

Além de atuar como operador financeiro no pagamento de propinas aos agentes públicos da Petrobras, o luso-brasileiro também aparece como preposto de empresas internacionais na obtenção de contratos de exploração de plataformas da Petrobras.

Na 13ª Vara Federal da Justiça Federal, em Curitiba, há dois processos contra Schmidt por corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro. As duas ações penais aguardam o resultado do processo de extradição.

As autoridades brasileiras agora aguardam as próximas providências e a possível extradição para o Brasil com destino a Curitiba, local onde responde a ação penal perante a 13ª Vara Federal.

Recursos

Schmidt recorreu várias vezes, mas teve os recursos negados pela Justiça portuguesa. Em janeiro deste ano, as autoridades brasileiras, então, conseguiram a extradição dele. Até esta manhã, porém, o réu não havia sido encontrado e era considerado foragido.

Agora, de acordo com o procurador da Lava Jato, Diogo Castor de Mattos, a extradição foi decidida em última instância; não cabem mais recursos.

Por causa de um acordo entre Brasil e Portugal, o luso-brasileiro só será julgado por atos praticados antes de dezembro de 2011, quando conseguiu a nacionalidade portuguesa.

Com agências 



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