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SEGURANÇA
Jungmann √© o ministro da Seguran√ßa P√ļblica 26.02.2018
Divulgação
Jungmann vai para o novo ministério

Brasília - O ministro da Defesa, Raul Jungmann (PPS), será deslocado para o novo Ministério da Segurança Pública, a ser criado pelo presidente Michel Temer (MDB). Ele será substituído por um general, Joaquim Silva e Luna, no comando da Defesa, anunciou o porta-voz da presidência da República, Alexandre Parola.

“O presidente Michel Temer edita hoje a medida provisória que cria o ministério Extraordinário da Segurança Pública”, informou Parola, confirmando o nome de Jungmann e o nome do secretário-geral da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, para assumir a Defesa.

No momento do anúncio Jungmann estava organizando e discutindo a criação da nova pasta e montando a equipe que passará a comandar. A previsão é que a posse seja na terça-feira, dia 27.

 

Luna é o atual secretário-geral da pasta e já foi chefe do Estado-Maior do Exército. O anúncio será oficializado por Temer nesta segunda-feira (26).

A criação do Ministério da Segurança Pública foi anunciada este mês pelo presidente logo após decretar intervenção na segurança do Rio de Janeiro, e tem por objetivo coordenar no âmbito federal medidas de combate à violência no País.

A pasta será responsável pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Departamento Penitenciário Nacional e Secretaria de Segurança Pública, hoje vinculadas ao Ministério da Justiça, e ainda estudará a criação de uma Guarda Nacional.

O texto da MP foi fechado em reunião no domingo (25) no Palácio do Jaburu entre o presidente Michel Temer e ministros. Na semana passada, Temer chegou a estudar criar a pasta por meio de um decreto, o que, segundo fontes do Planalto, evitaria a necessidade de apoio do Congresso. Além disso, Temer ganharia o discurso de que, com a pasta criada via decreto, não seria criada uma nova estrutura de cargos, sem gerar mais custos para o governo.

 

A segurança, uma das principais preocupações dos brasileiros, se tornou pauta prioritária do governo Temer, tão logo o emedebista optou por encostar a agenda reformista depois da perspectiva de não aprovar a Reforma da Previdência. O presidente conta com o sucesso da intervenção e a popularidade do combate à criminalidade para garantir sua influência no pleito de outubro ou, até, se cacifar para disputar a reeleição.

Com agências 



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