Brasília, 25 de Setembro de 2018
Página inicial
Quem somos
Contato
Cadastre-se
Anuncie aqui
Notíias | Entrevistas | Notas | Artigos | Enquete | TV Câmara | TV Senado | Agendas

Anuncie Aqui

CORRUPÇÃO
Lava Jato bloqueia bens do ex-ministro Delfim Netto 09.03.2018
Ex ministro Delfim Netto

 Curitiba - O juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, determinou o bloqueio de cerca de R$ 4,4 milhões do ex-ministro Antônio Delfim Netto e de empresas ligadas a ele. A casa, o escritório e empresas do ex-ministro foram alvos mandados de busca e apreensão cumpridos durante  a 49ª fase da Operação Lava Jato deflagrada nesta sexta-feira (9).

As investigações da atual fase apuram pagamento de propina em obras que envolveram a construção da Usina Belo Monte, no Pará.

O delator da Lava Jato e ex-executivo da Odebrecht Flávio Barra afirmou ter pago R$ 15 milhões ao político. Nesta sexta, o Ministério Público Federal (MPF) relatou ter rastreado os cerca de R$ 4,4 milhões.
 
As investigações também apontam pagamento de propina de R$ 60 milhões para o PT e outros R$ 60 milhões para o PMDB - atual MDB. O procurador da República Athayde Ribeiro Costa afirmou que o o ex-ministro Antonio Palocci foi o porta-voz dos pedidos de propina para os partidos.
 
Ainda conforme o MPF, o dinheiro da propina chegava em espécie até o ex-ministro e também por meio de contratos fictícios para prestação de consultoria.
 
O dinheiro foi pago a Delfim, conforme as investigações, como forma de gratificação por sua atuação na montagem do consórcio de empresas, segundo delação premiada de Flávio Barra.
 
Para o MPF, há fortes indícios de que o consórcio Norte Energia foi indevidamente favorecido por agentes do governo federal para vencer o leilão destinado à concessão da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.
 
Posteriormente, conforme os procuradores, mediante acordos de corrupção, a Norte Energia direcionou o contrato de construção da usina a outro consórcio, formado por seis empresas que deveriam efetuar pagamentos de propina em favor de partidos políticos e seus representantes, no percentual de 1% do valor do contrato e seus aditivos.
 
O outro consórcio é o Consórcio Construtor. Ele foi fomado, segundo as investigações, pela Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Odebrecht, OAS e J. Malucelli.
 
Com agências
 


ABC POLITIKO - LINHA DIRETA COM O PODER
COMENTE ESTE ARTIGO   LEIA COMENT√?RIOS (0)  

Voltar a P√°gina Principal Voltar a P√°gina Principal Voltar a P√°gina Principal Voltar a P√°gina Principal
CONTEÚDO RELACIONADO

12-03-2018 Bumlai se reuniu com Delfim para discutir Belo Monte
10-03-2018 Dilma era o "peixe grande" no esquema de Belo Monte
09-03-2018 Palocci intermediou R$ 15 milh√Ķes para Delfim Netto
09-03-2018 Lava Jato bloqueia bens do ex-ministro Delfim Netto
27-09-2016 O terceiro beijo no poderoso dom Paló
21-08-2016 Delfim admite ter recebido R$ 240 mil da Odebrecht
VEJA MAIS

24-09-2018 Justiça condena Arruda a 7 anos e 6 meses de prisão
24-09-2018 Qual √© a relev√Ęncia dos presidenci√°veis nas redes sociais?
24-09-2018 Pesquisa do BTG mostra Bolsonaro com 33% e Haddad 23%
24-09-2018 Os Jo√Ķes no po√ßo
24-09-2018 Toffoli assume Planalto com viagem de Temer aos EUA

VEJA TODOS

SRTVN Quadra 701 Bloco B Sala 826 - Centro Empresarial Norte | Brasília - DF | CEP 70710-200 | Fone: (61) 3328-2991 | Fax: (61) 3328-2152