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LAVA JATO
C√°rmen L√ļcia n√£o ceder√° a press√Ķes sobre Lula 13.03.2018
Divulgação
C√°rmen L√ļcia critica press√Ķes

Brasília - A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, disse nesta terça-feira (13), em São Paulo, que “não se submete a pressões”, ao ser questionada sobre a ação de políticos em relação à tramitação de processos em segunda instância, principalmente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado a 12 anos e um mês por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do tríplex do Guarujá (SP). 

Cármen Lúcia vem sofrendo pressão do PT e de ministros do STF para colocar o assunto em pauta no plenário, mas ela tem se negado, alegando que houve uma decisão recente do STF sobre o assunto, referindo-se ao julgamento de 2016 sobre o tema. 

A ministra deu a declaração ao participar do encontro Mulheres no Poder: A Questão do Gênero na Justiça Brasileira, promovido pelo jornal Folha de S. Paulo. Enquanto era aplaudida, uma mulher da plateia gritou “Lula na cadeia”.

Em relação à crítica da presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, de que STF está inerte em relação ao debate da prisão após condenação em segunda instância, a ministra reagiu dizendo que sempre lutou pela democracia e que todos têm o direito de se manifestar, porque, caso não pensasse dessa maneira, estaria contrariando o que sempre defendeu: a liberdade de expressão.

“Lutei a minha vida inteira pela liberdade de expressão e pela democracia; não é agora que, quando sou o sujeito que recebe a crítica, que eu iria mudar”, disse. Segundo a presidente do STF, “as críticas às vezes mais contundentes, às vezes mais ácidas” resultam dessa luta democrática.

Indulto

Sobre a decisão de segunda-feira (12) do ministro Luís Roberto Barroso, do STF, que restabeleceu o indulto de Natal, mas deixando de fora os condenados por corrupção, a ministra Cármem Lúcia disse que - por uma questão ética por ser parte votante no processo - não poderia se pronunciar.

Do encontro desta terça também participaram a ministra da Advogacia-Geral da União (AGU), Grace Mendonça, e a ministra do Supremo Tribunal Militar (STM), Maria Elizabeth Rocha.

Elas e a ministra Cármen Lúcia disseram que o papel da mulher na sociedade avançou muito, mas que ainda carece de luta para vencer obstáculos, principalmente, no que se refere à desigualdade no mercado de trabalho.

Com agências 



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