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BRASIL EM CRISE
Caminhoneiro é morto com pedrada ao furar bloqueio 30.05.2018
Divulgação
Pedra entrou pelo para-brisa do caminh√£o

Brasília - A violência marcou o 10º dia de greve e protestos em rodovias pelo País, nos bloqueios ainda mantidos por caminhoneiros nas rodovias. Caminhoneiros que tentam "furar" pontos de bloqueio estão sendo agredidos e hostilizados por parte dos manifestantes.

Em Rondônia, um caminhoneiro foi morto com uma pedrada na cabeça, perto de um ponto de manifestação dos grevistas na BR-364, em Vilhena, na tarde desta quarta-feira. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), José Batisjela, de 70 anos, chegou a ser socorrido após o ataque, mas não resistiu aos ferimentos. Ainda não se sabe quem arremessou a pedra contra o veículo de José.

Há registros de agressões a trabalhadores que tentam entregar cargas e combustíveis em pelo menos outros cinco estados: Roraima, Mato Grosso, Paraná, Tocantins e Minas Gerais.

O caminhoneiro foi morto ao tentar passar por manifestantes que se mobilizaram próximo ao posto Mirian, na Avenida Marechal Rondon, saída para Cuiabá, em apoio a paralisação dos caminhoneiros que ainda acontece na cidade. A pedra atingiu o caminhão do condutor, atravessou o para-brisa e acertou a cabeça do caminhoneiro. O Corpo de Bombeiros chegou a ir no local, mas a vítima não resistiu aos ferimentos. A área foi isolada para o trabalho da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Militar (PM).

Agressões

Na capital de Roraima, caminhoneiros são impedidos de passar pelo ponto de concentração na BR-174, em Boa Vista. De acordo com o G1, na manhã desta quarta-feira, um caminhão foi perseguido, rendido e depois agredido por outros caminhoneiros após ele tentar passar pelo bloqueio.

Após a agressão, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) chegou ao local e os agentes falaram com os motoristas envolvidos na confusão. Um deles afirmou que o caminhoneiro estaria em alta velocidade e que havia "desrespeitado a categoria" por furar o bloqueio.

O motorista que foi retirado à força declarou ao G1 que só passou pelo bloqueio, porque recebeu informações de outros colegas que a via estaria liberada.

Além das agressões, caminhoneiros também sofrem com a perda de cargas na estradas com bloqueios ativos. Um caminhoneiro foi parado por grevistas ao tentar seguir pela BR-163 em Sinop, a 503 km de Cuiabá. Ele foi parado e teve a carga confiscada pelos manifestantes, que derramaram na pista.

No Paraná, o secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná (Sesp-PR), Júlio Reis, disse que alguns caminhoneiros relataram ter sido mantidos em cárcere privado durante a greve. Polícia e Exército fazem operação para liberar estradas no estado.

Com agências 



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