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JUSTIÇA
Cunha condenado a 24 anos de prisão por corrupção na CEF 02.06.2018
Divulgação
Cunha foi condenado mais uma vez

Brasília - O juiz Vallisney de Souza, da 10ª Vara Federal de Brasília, condenou o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha a 24 anos e dez meses de prisão por envolvimento no esquema de propina que desviou dinheiro da Caixa Econômica Federal (CEF). Além de Cunha, o magistrado também condenou o ex-deputado Henrique Eduardo Alves, o doleiro Lúcio Funaro, o ex-vice-presidente da CEF Fábio Cleto e o operador Alexandre Margotto.

Eles foram denunciados pelo Ministério Públicos pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva. As investigações da Polícia Federal que descobriram o esquema de corrupção em recursos geridos pela Caixa Econômica fazem parte da Operação Greenfild, deflagrada em dezembro de 2016. A PF revelou desvios milionários no Fundo de Investimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FI-FGTS) e também em fundos de pensão.

O desdobramento da investigação que aponta desvios no FI-FGTS recebeu o nome de Operação Sepsis. A influência de parlamentares do MDB em recursos da Caixa, para beneficiar empresários, foi apontada pelo ex-vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Fábio Cleto e por Nelson Mello, ex-diretor da empresa Hypermarcas, que firmaram acordos de delação premiada com a Justiça.

De acordo com investigadores, Fábio Cleto informava os nomes das empresas que pediam financiamento com recursos do FGTS a Lúcio Funaro, que procurava as empresas e pedia propina para agilizar a liberação do dinheiro.

Segundo os investigadores, a propina era dividida entre Funaro, Cleto e Cunha.

Condenações

Eduardo Cunha foi condenado por violação de sigilo funcional, corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro. Recebeu pena de 24 anos e 10 meses de prisão, em regime fechado, mais multa de R$ 7 milhões como reparação do dano.

Henrique Eduardo Alves, que também é ex-presidente da Câmara, foi condenado por lavagem de dinheiro, com pena de 8 anos e 8 meses de prisão, em regime fechado, mais multa de R$ 1 milhão como reparação do dano.

Fábio Cleto, ex-vice-presidente da Caixa, foi condenado por violação de sigilo funcional, corrupção passiva e lavagem de dinheiro, recebendo pena de 9 anos e 8 meses, em regime fechado. Teve redução de 2/3 da pena em razão do acordo de delação.

Lúcio Funaro, doleiro, foi condenado por violação de sigilo funcional, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Recebeu pena de 8 anos, 2 meses e 200 dias. Teve redução de 2/3 em razão do acordo de delação e cumprirá prisão domiciliar.

Alexandre Margotto, empresário e ex-auxiliar de Funaro, foi condenado por corrupção ativa e recebeu pena de 4 anos, em regime aberto. Teve redução de metade da pena em razão do acordo de delação.

Com agências 



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