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LAVA JATO
STF julga amanhã ação contra Gleisi e Bernardo 18.06.2018
Divulgação
Bernardo e Gleisi no banco dos réus

Brasília - A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar amanhã (19)da ação penal que apura se a presidente do PT, a senadora Gleisi Hoffmann (PR), cometeu corrupção e lavagem de dinheiro. No mesmo processo, também são réus o marido de Gleisi, o ex-ministro Paulo Bernardo, e o empresário Ernesto Kugler.

A ação penal de Gleisi será a segunda a ser julgada pela Corte. O primeiro réu da Lava Jato julgado pelo STF foi o deputado Nelson Meurer (PP-PR), condenado pela Segunda Turma a 13 anos, 9 meses e 10 dias de prisão em regime fechado, além de multa de cerca de R$ 265 mil, em valores que ainda precisam ser corrigidos pela inflação. Meurer foi condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O processo de Gleisi e Bernardo foi liberado pelo ministro Celso de Mello na semana passada. Ele é o revisor da Lava Jato, e tem a responsabilidade de analisar o caso mais detidamente que os outros integrantes da Segunda Turma. O relator é o ministro Edson Fachin. Também integram o colegiado os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

As investigações começaram com as delações premiadas do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

Segundo os delatores, Paulo Bernardo pediu R$ 1 milhão a Paulo Roberto para abastecer a campanha da mulher ao Senado em 2010. O dinheiro teria sido entregue por um intermediário de Youssef a Ernesto Kugler, um empresário ligado ao casal. A quantia teria sido repassada em quatro parcelas de R$ 250 mil.

Gleisi foi ministra da Casa Civil no governo de Dilma Rousseff entre junho de 2011 e fevereiro de 2014. Durante o processo de impeachment, a senadora foi uma das vozes mais eloquentes na defesa da petista no Congresso Nacional. Hoje, como presidente do PT, tem se empenhado na defesa de Lula, condenado e preso na Lava Jato. Paulo Bernardo foi ministro do Planejamento no governo Lula, de 2005 a 2011, e das Comunicações já no governo Dilma, de 2011 a 2015.

Nas alegações finais entregues ao STF, os advogados dos réus declararam inocência. A defesa apontou falhas nas delações premiadas que deram origem ao processo e disse que as provas levantadas não corroboram os depoimentos dos colaboradores. Lembrou que, em 2010, quando teriam ocorrido os pagamentos ilícitos, a senadora ainda não tinha cargo público e não gozava da “proeminência” que viria a ter. Também destacou que a presidente do PT nunca fez nada para favorecer Paulo Roberto Costa.

Com agências 



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