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LAVA JATO
2ª Turma do STF absolve senadora Gleisi e Bernardo 20.06.2018
Divulgação
Bernardo e Gleisi no banco dos réus

Brasília - A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela absolvição da senadora Gleisi Hoffmann, que também é presidente do Partido dos Trabalhadores (PT). Ela foi acusada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de ter recebido R$ 1 milhão em propina do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa.

O marido de Gleisi, o ex-ministro Paulo Bernardo, também foi absolvido da acusação de ter envolvimento no esquema de corrupção investigado pela operação Lava-Jato, da Polícia Federal. Réu no mesmo processo, o empresário Ernesto Kugler Rodrigues foi inocentado de todos os crimes. Ao votar, os ministros Edson Fachin, Celso de Mello e Dias Toffoli não viram provas suficientes para caracterizar os crimes de corrupção ativa, passiva e de lavagem de dinheiro.

No caso de Gleisi, Fachin entendeu que ela falsificou documento público ao não declarar os recursos totais recebidos para a campanha. Mas a maioria dos ministros não viram provas suficientes desta ação.

O voto final foi dado pelo presidente da Turma, Ricardo Lewandowski, que votou pela absolvição de todos os acusados. “As imputação devem estar individualizadas e comprovadas. Acompanho em parte o voto do relator, alinhando-me a divergência do ministro Dias Toffoli para absolver a senadora Gleisi Hoffmann", afirmou.

 

Delação

As investigações começaram com as delações premiadas do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

Segundo os delatores, Paulo Bernardo pediu R$ 1 milhão a Paulo Roberto para abastecer a campanha da mulher ao Senado em 2010. O dinheiro teria sido entregue por um intermediário de Youssef a Ernesto Kugler, um empresário ligado ao casal. A quantia teria sido repassada em quatro parcelas de R$ 250 mil.

Gleisi foi ministra da Casa Civil no governo de Dilma Rousseff entre junho de 2011 e fevereiro de 2014. Durante o processo de impeachment, a senadora foi uma das vozes mais eloquentes na defesa da petista no Congresso Nacional. Hoje, como presidente do PT, tem se empenhado na defesa de Lula, condenado e preso na Lava Jato. Paulo Bernardo foi ministro do Planejamento no governo Lula, de 2005 a 2011, e das Comunicações já no governo Dilma, de 2011 a 2015.

Nas alegações finais entregues ao STF, os advogados dos réus declararam inocência. A defesa apontou falhas nas delações premiadas que deram origem ao processo e disse que as provas levantadas não corroboram os depoimentos dos colaboradores. Lembrou que, em 2010, quando teriam ocorrido os pagamentos ilícitos, a senadora ainda não tinha cargo público e não gozava da “proeminência” que viria a ter. Também destacou que a presidente do PT nunca fez nada para favorecer Paulo Roberto Costa.

Com agências 



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