Brasília, 17 de Novembro de 2018
Página inicial
Quem somos
Contato
Cadastre-se
Anuncie aqui
Notíias | Entrevistas | Notas | Artigos | Enquete | TV Câmara | TV Senado | Agendas

Anuncie Aqui

ELEI√á√ēES 2018
Mulheres se mobilizam nas redes contra Bolsonaro 13.09.2018
Divulgação
No hospital, Bolsonaro faz gesto com arma

Brasília - Criado no dia 30 de agosto no Facebook, o grupo “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”, dedicado a se opor ao candidato do PSL à Presidência nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, “quebrou” a internet. O agrupamento, formado apenas por eleitoras, começou a chamar a atenção na segunda-feira passada, ao agregar mais de 300 mil mulheres em um único dia. Dois dias depois, atingiu 1,2 milhão – o equivalente a 1,5% do eleitorado feminino apto a votar este ano.

As adesões acumuladas em alta velocidade mostram a rejeição que o presidenciável enfrenta entre eleitoras – a maioria das votantes no Brasil. Bolsonaro lidera as pesquisas com 26% das intenções de voto, mas entre o eleitorado feminino sua rejeição é de 50%, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (11).

As criadoras do grupo afirmam que o objetivo não é apoiar nenhum partido e que todas as posições políticas são bem-vindas, desde que não votem no candidato do PSL, a quem chamam de “inominável” ou “coiso”. O grupo aproveita a grande mobilização online para marcar atos públicos contra o candidato na sexta-feira (14), na Avenida Paulista, em São Paulo, e no dia 29, na Cinelândia, no centro do Rio, entre outros eventos.

Insatisfação

“Numa conversa informal, resolvemos criar o grupo para demonstrar a nossa insatisfação em relação à candidatura do inominável por conta de seu discurso misógino, de ódio às minorias”, disse a publicitária Ludmila Teixeira, criadora do grupo.

A campanha de Bolsonaro nega o discurso machista e reclama da exploração de imagens do deputado empurrando e insultando a colega deputada Maria do Rosário (PT-RS) e ofendendo uma repórter.

“As mulheres são o grande calcanhar de aquiles de Bolsonaro”, afirmou o diretor de Análises de Políticas Públicas da FGV, Marco Aurélio Ruediger. “É uma reação importante acontecendo diante das posturas desse candidato”, disse a professora de Direito da FGV/SP Luciana Ramos, especialista em participação feminina na política.

Também foram criados grupos de mulheres de apoio a Bolsonaro, mas eles não chegam a ter a 100 mil integrantes. Uma manifestação chamada “Mulheres com Bolsonaro” foi marcada para o dia 29, na Candelária, no centro do Rio, para “contrapor ao evento criado pelo movimento feminista”, afirma um texto que circula nas redes.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo



ABC POLITIKO - LINHA DIRETA COM O PODER
COMENTE ESTE ARTIGO   LEIA COMENT√?RIOS (0)  

Voltar a P√°gina Principal Voltar a P√°gina Principal Voltar a P√°gina Principal Voltar a P√°gina Principal
CONTEÚDO RELACIONADO

VEJA MAIS

16-11-2018 Juíza dá prazo até segunda para pedidos da defesa de Lula
14-11-2018 PGR investiga se Onyx recebeu R$ 100 mil em 2012
14-11-2018 Lula nega ter tratado de reforma do sítio com empreiteiras
13-11-2018 Militares de volta à cena política
12-11-2018 Ministro do STJ manda soltar Joesley e mais 17

VEJA TODOS

SRTVN Quadra 701 Bloco B Sala 826 - Centro Empresarial Norte | Brasília - DF | CEP 70710-200 | Fone: (61) 3328-2991 | Fax: (61) 3328-2152