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LAVA JATO
Nova fase investiga propina em concessões de rodovias no PR 26.09.2018
Agência Brasil
Agentes da PF cumprem mandados

Brasília - A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira (26) a 55ª fase da Operação Lava Jato - Operação Integração II -, que cumpre 19 mandados de prisão, sendo 3 preventivas e 16 temporárias, nos municípios paranaenses de Curitiba, Ponta Grossa, Irati, Maringá e Londrina, além da capital paulista.

A investigação policial tem como foco a apuração de casos de corrupção ligados à concessão de rodovias federais no Paraná, que fazem parte do chamado Anel da Integração.

Aproximadamente 400 agentes participam das ações desta quarta. Estão sendo cumpridos também 73 mandados de busca e apreensão.

Os presos serão levados à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Eles ficarão à disposição do Juízo da 23ª Vara Federal da cidade.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o objetivo é aprofundar as investigações sobre a prática de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, estelionato e peculato em esquema relacionado à administração das rodovias federais no Paraná.

Entre os alvos da operação estão as concessionárias Econorte, Ecovia, Ecocataratas, Rodonorte, Viapar e Caminhos do Paraná, além de intermediadores e agentes públicos supostamente beneficiários de propina.

Entre as práticas identificadas está o pagamento de propina para agentes do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR), em troca de facilitação, por exemplo, de pleitos para a assinatura de aditivos nos contratos.

De acordo com os investigadores, alguns pagamentos foram intermediados pelo diretor regional da Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR), João Chiminazzo Neto, que teve a prisão decretada.

"As entregas eram realizadas com dinheiro em espécie, sendo os valores entregues na sede da ABCR Curitiba por emissários das concessionárias", informou o MPF.

De acordo com os investigadores, participavam do esquema operadores financeiros já famosos na Lava Jato, como Rodrigo Tacla Duran e Adir Assad. Este último, segundo o MPF, faturou R$ 85 milhões somente com notas frias para o grupo Triunfo, controlador da Econorte, e outros R$ 45 milhões em operações com a Rodonorte, controlada pela CCR.

Com agências 



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