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LAVA JATO
Dono de cervejaria pagava mensal√£o de R$ 500 mil a Cabral 06.12.2018
Divulgação
Sérgio Cabral está preso no Rio

Brasília - O ex-assessor de Sérgio Cabral, Carlos Miranda, afirmou em colaboração premiada que o empresário Walter Faria, dono da cerveja Itaipava, pagava propina mensal de R$ 500 mil ao grupo político do ex-governador do Rio desde o início da gestão, em 2007. Em troca, a empresa recebeu benefícios fiscais junto ao governo do Rio, segundo o delator. O Grupo Petrópolis, proprietário da cerveja Itaipava, nega as acusações.

De acordo com relatório do Tribunal de Contas do Estado, o grupo foi beneficiado com isenções fiscais de R$ 283,5 milhões apenas no ano de 2013.

A reportagem do jornal O Globo informa que "em um dos anexos ainda sigilosos de sua delação (...) Miranda relatou que a cobrança de propina partiu do ex-secretário da Fazenda de Cabral, Ary Ferreira da Costa Filho, que mantinha relação com Walter Faria, e que o repasse era feito em dinheiro vivo. "Os valores de propina eram retirados por Ary na distribuidora de bebidas da Cervejaria Itaipava, empresa integrante do grupo Petrópolis", diz trecho do relato, que integra o anexo 54 da delação de Carlos Miranda."

E prossegue: "Segundo Miranda, Cabral promoveu a distribuição dessa mesada de R$ 500 mil em três partes: R$ 150 mil ficaria como propina para o próprio Ary, outros R$ 150 mil seriam repassados para Carlos Miranda e o restante era devolvido ao "caixa geral de propina."

Embora os pagamentos da Itaipava tenham se tornado regulares com o início da gestão do emedebista no governo do Estado, segundo a reportagem "o empresário Walter Faria pagava propina a Cabral desde que este fora presidente da Assembleia Legislativa do Rio, em 1995, e também no período em que ele era senador, entre 2003 e 2006."

A acusação é a mais grave que surge contra Walter Faria na Lava Jato, que já é alvo de várias linhas de apuração da Polícia Federal. Procurada, a assessoria do grupo Petrópolis afirmou que o grupo “não obteve incentivo fiscal por favor de qualquer pessoa, mas por direitos fixados na Lei de Incentivos Fiscais – assim como ocorreu com várias outras empresas de bebidas.

O advogado de Cabral, Rodrigo Roca, afirmou que as informações dadas por Miranda em sua delação são “contraditórias” e “não têm qualquer prova”.

Com agências 



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