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CRESCIMENTO
Em dia de euforia no mercado a Bolsa bate novo recorde 04.11.2019
Agência Brasil

 São Paulo - Num dia de otimismo no mercado financeiro, a bolsa de valores voltou a bater recorde. O índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), encerrou esta segunda-feira (4) aos 108.779 pontos, com alta de 0,54%.

 
Ao longo do dia, o indicador chegou a superar os 109 mil pontos. A sessão foi marcada pela confiança tanto no Brasil como no exterior. No cenário internacional, o secretário de Comércio Exterior, Wilbur Ross, disse que um acordo comercial entre os Estados Unidos e a China deve ser assinado ainda este mês. Em Nova York, os índices Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq também fecharam no maior valor da história.
 
No Brasil, o mercado financeiro aguarda o anúncio do pacote de medidas do ministro da Economia, Paulo Guedes. Nesta terça feira (5), o governo entregará ao Senado três propostas de emenda à Constituição para reformular o pacto federativo – repartição de recursos e responsabilidades entre a União, os estados e os municípios – e desvincular recursos do Orçamento. Os investidores também aguardam o leilão da cessão onerosa do petróleo na camada pré-sal, marcado para quarta-feira (6).
 
No mercado de câmbio, a moeda norte-americana operou descolada da bolsa de valores. O dólar comercial encerrou esta segunda vendido a R$ 4,012, com alta de 0,43%. A divisa fechou no maior valor desde 24 de outubro.
 
Já a previsão de instituições financeiras para o crescimento da economia neste ano subiu levemente. A estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 0,91% para 0,92%.
 
As projeções para os anos seguintes não foram alteradas: 2% em 2020; e 2,50% em 2021 e 2022. Essas estimativas são de pesquisa a instituições financeiras, elaborada semanalmente pelo Banco Central (BC).
 
De acordo com o boletim Focus, instituições financeiras mantiveram a previsão para a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 3,29% em 2019, 3,60%, em 2020, 3,75%, em 2021, e 3,50% em 2022.
 
As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
 
O principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.
 
Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Para o mercado financeiro, a Selic deve terminar 2019 e 2020 em 4,50% ao ano.
 
Para 2021, a expectativa é que a Selic termine o período em 6% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 6,50% ao ano.
 
A previsão para a cotação do dólar segue em R$ 4 para o final de 2019 e 2020.
Com Agência Brasil
 


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