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EDUCAÇÃO
Ministro da Educação entrega carta de demissão a Bolsonaro 01.07.2020
Alan Santos/PR
Decotteli diz que fica, mas posse foi adiada

 Brasília - O ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, entregou na tarde desta terça-feira (30) a carta de demissão ao presidente Jair Bolsonaro.

 

Após a polêmica sobre títulos que diz possuir, desmentidos pelas instituições de ensino, a situação de Decotelli ficou insustentável e só restava aele um caminho: pedir demissão e deixar o cargo.

 

O Diário Oficial da União (DOU) publicou hoje (1º) decreto tornando sem efeito a nomeação de 25 de junho de 2020 de Carlos Alberto Decotelli da Silva para o cargo de ministro da Educação. 

 

Desde a nomeação, os títulos acadêmicos exibidos por Decotelli em seu currículo têm sido alvo de questionamentos. Entre os títulos, Decotelli citava um doutorado na Universidade de Rosário, na Argentina, e um pós-doutorado na Universidade de Wuppertal, na Alemanha. As duas titulações, no entanto, não foram confirmadas pelas universidades. O currículo de Decotelli foi editado na Plataforma Lattes, corrigindo as informações. 

 

Decotelli foi nomeado pelo presidente Jair Bolsonaro, mas não chegou a tomar posse. Em uma postagem nas redes sociais, Bolsonaro elogiou o ministro, mas reconheceu que ele errou nas informações prestadas sobre o currículo.

 

O Palácio examina agora cerca de dez currículos de candidatos ao cargo. O favorito na lista apresentada ao presidente Jair Bolsonaro é o reitor do Instituo Tecnológico da Aeronárutica (ITA), de Campinas.

 

O caso

 

Embora tenha publicado uma mensagem em rede social elogiando a capacidade do ministro, desde a noite desta segunda, o própio presidente Jair Bolsonaro já dava como insustentável a situação de seu ministro, substituto de  Abrahan Weintraub, que tanta dor de cabeça trouxe para o Planalto.

 

O ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, afirmara nesta segunda-feira (29) que se reunira com o presidente Jair Bolsonaro e que, no encontro, Bolsonaro fez questionamentos sobre o currículo dele.

 
Em entrevista na porta do ministério após o encontro com o presidente, Decotelli negou que tenha cometido plágio na dissertação do mestrado. Questionado se continuará no cargo, respondeu que sim.
 
Carlos Alberto Decotelli foi anunciado na semana passada e, desde então, surgiram três polêmicas: denúncia de plágio na dissertação de mestrado da Fundação Getúlio Vargas (FGV); declaração de um título de doutorado na Argentina, que não teria obtido; e pós-doutorado na Alemanha, não realizado.
 
Em meio a esse cenário, a posse dele no cargo, prevista para esta terça (30), foi adiada pelo governo.
 
"Ele [Bolsonaro] queria saber detalhes sobre a minha vida de 50 anos como professor em todas as entidades do Brasil. Então, ele pegou a estrutura de detalhes, a estrutura de trabalhos no Brasil, Norte, Sul, Leste, Oeste, 40 anos de trabalho na Fundação Getúlio Vargas, Fundação Dom Cabral, Ibmec", declarou.
 
De acordo com o ministro, o presidente quis saber o "lastro de vida" dele como professor.
 
"Ele (Bolsonaro) perguntou: "Como é essa questão de detalhe acadêmico e doutorado, pós-doutorado, pesquisa de mestrado? Como é essa estrutura de inconsistência?". Ele queria saber o que é isso, então, eu expliquei a ele", acrescentou.
 
Segundo o ministro da Educação, Bolsonaro disse que o assunto do doutorado está "resolvido".
 
Com Portal G1
 


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