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PF faz buscas em apartamentos de Joesley, Saud e Miller 11.09.2017
Brasília - Agentes da Polícia Federal estiveram no apartamento do ex-procurador da República Marcello Miller, na Lagoa, Zona Sul do Rio, na manhã desta segunda-feira (11), para cumprir mandado de busca e apreensão. Um carro da PF e outro do Ministério Público Federal (MPF) chegaram ao edifício por volta das 6h e saíram levando documentos.
 
Outra ação para cumprir mandados, desta vez relacionados às prisões dos executivos da JBS Joesley Batista e Ricardo Saud, aconteceu em São Paulo. A procuradora da República Janice Ascari, que trabalha diretamente com o procurador-geral da República Rodrigo Janot, participou da operação, que teve início de madrugada.
 
Em São Paulo, agentes da PF cumpriram mandados de busca em quatro endereços. Os policiais se deslocaram para a casa de Joesley, nos Jardins, ao apartamento de Ricardo Saud, na Cidade Jardim, e à sede da empresa J&F. Os policiais chegaram por volta das 5h30 no imóvel pertencente a Joesley, segundo vizinhos. Eles entraram pela garagem e saíram horas depois carregando um malote pequeno e uma pasta com documentos.
 
A PF também esteve em um quarto endereço em São Paulo: a casa do advogado e delator Francisco de Assis e Silva. No total, são cinco mandados judiciais expedidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. A operação foi batizada de "Bocca".
 
Os advogados da J&F dizem que a operação já era esperada, após a expedição do mandado de prisão temporária. Na última sexta-feira, Janot pediu a prisão de Miller e de Joesley Batista e Ricardo Saud. O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido, com o argumento de que não havia indícios mínimos de que Miller havia mesmo sido cooptado pela organização criminosa, como sustentou Janot.

"Fantasioso"
 
Neste domingo, o ex-procurador classificou como “fantasioso e ofensivo” o conteúdo das menções ao seu nome nas gravações feitas pelos delatores. Ele negou que tenha feito jogo duplo ou agido contra a lei. “Não tinha contato algum com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nem atuação na Operação Lava Jato desde, pelo menos, outubro de 2016”, diz em nota.
 
Miller também declarou que, quando era procurador, “nunca atuou em investigações ou processos relativos ao Grupo J&F, nem buscou dados ou informações nos bancos de dados do Ministério Público Federal sobre essas pessoas e empresas”. Ele ainda negou que tivesse obstruído qualquer tipo de investigação ou tentado influenciar integrantes do Ministério Público Federal.
 
Na nota, o ex-procurador afirma que “continua à disposição, como sempre esteve, para prestar qualquer esclarecimento necessário e auxiliar a investigação no restabelecimento da verdade”.
 
O nome da operação seria uma alusão à "Bocca della Verità". A mais famosa característica da Bocca é seu papel como detector de mentiras. Desde a Idade Média, acredita-se que se alguém contar uma mentira com a mão na boca da escultura, ela se fecharia "mordendo" ou até mesmo arrancando a mão do mentiroso.

Com agências

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