Brasília, 21 de Novembro de 2017
Página inicial
Quem somos
Contato
Cadastre-se
Anuncie aqui
Notíias | Entrevistas | Notas | Artigos | Enquete | TV CâĘmara | TV Senado | Agendas
1

Anuncie Aqui

Aécio diz que PSDB sairá do governo pela "porta da frente" 12.11.2017

Brasília - O senador Aécio Neves (MG), presidente afastado do PSDB, afirmou neste sábado (11), durante convenção em Belo Horizonte, que o partido deverá, em breve, sair do governo Michel Temer. Ele defendeu, porém, que a sigla defina o momento certo para o desembarque.

A declaração de Aécio vem em um momento de turbulência interna no PSDB. Na última quinta-feira (9), o senador tucano destituiu da presidência interina do partido o colega parlamentar Tasso Jereissati (CE). Horas depois, Tasso afirmou que os dois têm diferenças "muito profundas", entre elas o "comportamento político, comportamento ético, visão de governo, fisiologismo".

Ao comentar a fala de Tasso, Aécio Neves refutou o que chamou de "pecha" que, segundo ele, querem colocar no PSDB, de que a permanência no governo Temer se dá por fisiologismo.

"Vejo também uma falsa discussão nesse momento como se a questão central para o PSDB fosse sai ou não sai do governo, sai amanhã ou sai depois de amanhã do governo. Essa é uma falsa questão que só serve, na verdade, a interesses de uma eleição interna [para presidente do partido]", disse Aécio.

"Há um convencimento de todos nós que está chegando o momento de realmente da saída. E quero aqui sugerir, [...] aos dois candidatos colocados, o governador Marconi Perillo e o senador Tasso Jereissati, que convoquem os ministros do PSDB para uma reunião e definam com eles, de forma clara, o momento desta saída. Vamos sair pela porta da frente. Da mesma forma que entramos", pediu o senador.

Aécio estava licenciado da presidência do PSDB desde maio e, nesse período, Tasso comandou a legenda de maneira interina.
De lá para cá, os grupos dos dois senadores se distanciaram, principalmente porque Aécio defende a permanência do partido no governo do presidente Michel Temer, e Tasso, o desembarque.

Ao destituir Tasso do comando da legenda, Aécio indicou para a presidência interina o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman. A justificativa foi a de que Tasso, ao se lançar como candidato, não poderia permanecer no comando do PSDB para não desequilibrar a disputa.

Apoio a Temer

Durante a entrevista deste sábado, Aécio afirmou que o apoio ao governo Temer se deu não pelo "fisiologismo", e sim "por responsabilidade". Ele defendeu a aliança, justificando que o apoio ao Planalto foi fechado em torno de uma agenda reformista par ao país.

"Não posso aceitar agora esta pecha que alguns queiram colocar que a presença do PSDB é fisiológica. Ela não é", afirmou Aécio, que também criticou a ala jovem do partido, os chamados "cabeças pretas".

Segundo o senador tucano, essa ala da legenda não defende a agenda de reformas "com o mesmo ímpeto" que defende a saída "abrupta, pirotécnica" do governo.

Com agências 


ABC POLITIKO - LINHA DIRETA COM O PODER

Voltar a P√°gina Principal Voltar a P√°gina Principal Voltar a P√°gina Principal Voltar a P√°gina Principal
VEJA MAIS

17.11.2017 Quase 27 milh√Ķes de pessoas est√£o sem trabalho no Pa√≠s
17.11.2017 Marqueteiro revela que Picciani direcionou licitação
16.11.2017 TRF2 decide pela pris√£o de Picciani e mais 2 deputados
16.11.2017 MPF solicita bloqueio de R$ 24 milh√Ķes de Lula e filho
16.11.2017 PGR denuncia ministro do TSE por agressão à mulher

VEJA TODOS

SRTVN Quadra 701 Bloco B Sala 826 - Centro Empresarial Norte | Brasília - DF | CEP 70710-200 | Fone: (61) 3328-2991 | Fax: (61) 3328-2152