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Ex-governador do Amazonas volta para a pris√£o 01.01.2018

Brasilia - O governador cassado de Amazonas José Melo (PROS) voltou a ser preso nesta segunda-feira  (01), por envolvimento com desvios de verbas públicas. Melo já havia sido detido antes do Natal em operação da Polícia Federal que investiga desvios de verba pública e fraudes em contratos envolvendo a área de saúde do estado. Melo é acusado também de ter comprado votos na eleição de 2014. 

Melo havia sido libertado por habeas corpus e agora volta para a prisão. De acordo com as investigações, as fraudes ocorreram em contratos para a gestão de Unidades de Pronto Atendimento (UPA) pelo Instituto Novos Caminhos (INC). O grupo teria movimentado ao menos R$ 250 milhões.

Cassado por compras de votos, José Melo (PROS) utilizou recursos públicos para asfaltar a estrada vicinal (ramal) que dá acesso ao sítio dele, situado em Rio Preto da Eva, na Região Metropolitana de Manaus, segundo informou a Polícia Federal.

"Uma das propriedades do ex-governador foi substancialmente valorizada em razão de um asfaltamento do ramal. Esse asfalto foi feito exclusivamente para que se chegasse à residência do governador. Com o dinheiro público", afirmou o superintendente da Polícia Federal no Amazonas, Alexandre Saraiva. Ainda segundo a investigação, esse é o único ramal pavimentado na região.

A participação de Melo no esquema foi identificada por meio de conversas telefônicas interceptadas entre o irmão do ex-governador, Evandro Melo, e Mouhamad Moustafa, apontado como chefe do esquema criminoso. Ambos estão presos.

A investigação da terceira fase da Maus Caminhos, denominada Estado de Emergência, apontou que a movimentação financeira do governador cassado é considerada incompatível com sua renda, especialmente em virtude da aquisição de um imóvel de alto valor, avaliado em cerca de R$ 7 milhões, além de reformas vultuosas em sítio de sua propriedade.

De acordo com a PF, a operação tem como objetivo investigar crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de capitais e formação de organização criminosa envolvendo o político. Policiais federais cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão em Manaus e Rio Preto da Eva, na Região Metropolitana da capital.

Com agências 


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