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Após atentado a Bolsonaro, candidatos pregam pacificação 09.09.2018

Brasília - O atentado a faca contra o candidato do PSL ao Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro, levou os demais postulantes à presidência a repensarem suas estratégias de campanha, tanto nas ruas quanto nas propagandas de rádio e TV. A maioria condenou a agressão, que levou Bolsonaro ao hospital e a fazer uma cirurgia de emergência.

Em Santa Catarina, onde fez campanha no sábado, o candidato do PSDB ao Planalto, Geraldo Alckmin, disse que o Brasil precisa de pacificação. Ele cumpriu agenda de campanha em Criciúma.

Perguntado sobre como era voltar à campanha eleitoral após o atentado contra o candidato Jair Bolsonaro (PSL), que levou uma facada na quinta-feira (6), o tucano afirmou que é preciso um "esforço conciliatório de pacificação".

"Estou absolutamente tranquilo, não tem nada de insegurança. E acho que o Brasil precisa de pacificação. Toda vez que o Brasil fez um esforço conciliatório o Brasil avançou, foi assim na redemocratização, foi assim na constituinte, foi assim no Plano Real", disse Alckmin, na praça Nereu Ramos, no centro de Criciúma.

"E eu venho falando isso desde que não era candidato, mesmo quando não era candidato eu disse: olha, tem muito ódio. Nós precisamos fazer o esforço de pacificação. Nós só temos um Brasil, um país. Tem que haver um esforço conciliatório de pacificação”, afirmou o tucano.

Reformas

O presidenciável disse que pretende aprovar quatro reformas nos primeiros seis meses de um eventual governo: previdenciária, tributária, política e de estado.

“Reforma política, menos partidos, voto distrital misto e facultativo. Reforma tributária, simplificar o modelo tributário, os cinco impostos virar um só, o IVA. Reforma previdenciária, para ter um regime geral de previdência, pra não ter um pro setor privado e outro pro setor público, e reforma de estado. O governo cabe no PIB. Temos que fazer o esforço de reforma do estado, como nós fizemos em São Paulo”, declarou.

Com agências 


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