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Pesquisa mostra avaliação positiva de Bolsonaro de 57,5% 26.02.2019

 Belo Horizonte -- A 143ª Pesquisa CNT/MDA, realizada de 21 a 23 de fevereiro de 2019 e divulgada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) no dia 26 de fevereiro, mostra a avaliação dos índices de popularidade do governo e pessoal do presidente Jair Bolsonaro. Mede ainda a expectativa da população em relação ao emprego, à renda, à saúde, à educação e à segurança pública nesse início do novo mandato presidencial. 

A pesquisa traz também o que a população pensa sobre os principais desafios do governo, sobre posse de arma, pacote anticrime, combate à corrupção, novos ministérios, entre outros temas políticos. Há ainda um bloco específico sobre tecnologia e inovação. Os entrevistados responderam, por exemplo, se acham que a tecnologia coloca o emprego deles em risco.
 
Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. 
 
Os resultados da 143ª Pesquisa CNT/MDA mostram avaliação positiva do Presidente Jair Bolsonaro, com 57,5% dos entrevistados aprovando seu desempenho pessoal, maior índice obtido por um presidente desde novembro de 2013. Há ainda a percepção de que seu governo está sendo melhor do que de seus antecessores, Michel Temer e Dilma Rousseff.
 
As expectativas de melhoria para os próximos 6 meses são bastante positivas para segurança (53,3%), emprego (51,3%), educação (47,2%), saúde (41,7%) e renda mensal (33,8%), com expressiva melhora em relação aos últimos anos. Os maiores desafios para o governo de Jair Bolsonaro são saúde, segurança, educação, combate à corrupção e geração de empregos.
 
Em relação à situação política, 56,8% dos entrevistados acreditam que há interferência dos filhos nas decisões do presidente Jair Bolsonaro e 75,1% acham que familiares não deveriam influenciar em decisões de governo.
 
Os ministros do atual governo receberam boa avaliação. A presença de militares também é vista como boa para o país, e a maioria da população (57,6%) considera que o governo Jair Bolsonaro mudará para melhor a vida das pessoas.
 
Em relação à tecnologia, 56,3% percebem avanço no ambiente de trabalho, sendo que 27,1% não se consideram preparados para essas mudanças.
 
Os meios de comunicação preferidos para contato com outras pessoas são: ligação comum de telefone celular (33,9%), mensagens instantâneas (32,0%) e ligação via WhastApp (21,6%). 
 
 
• Avaliação de governo 
Governo federal: A avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro é positiva para 38,9% dos entrevistados, contra 19,0% de avaliação negativa. Para 29,0%, a avaliação é regular e 13,1% não souberam opinar. A aprovação do desempenho pessoal do presidente atinge 57,5% contra 28,2% de desaprovação, além de 14,3% que não souberam opinar.
 
Governo estadual: 7,1% avaliam o governador de seu Estado como ótimo. 29,7% como bom; 32,7% como regular; 8,5% como ruim e 10,4% como péssimo.
 
Governo municipal: 7,4% avaliam o prefeito de sua cidade como ótimo. 24,8% como bom; 29,2% como regular; 13,5% como ruim e 21,5% como péssimo.
 
• Expectativa (para os próximos 6 meses)
Emprego: vai melhorar: 51,3%, vai piorar: 17,2%, vai ficar igual: 28,7%
Renda mensal: vai aumentar: 33,8%, vai diminuir: 9,6, vai ficar igual: 51,2%
Saúde: vai melhorar: 41,7%, vai piorar: 19,2%, vai ficar igual: 36,0%
Educação: vai melhorar: 47,2%, vai piorar: 15,6%, vai ficar igual: 34,8%
Segurança pública: vai melhorar: 53,3%, vai piorar: 17,5%, vai ficar igual:  26,3%
 
• Política – Novo governo 
82,7% afirmam que votaram para presidente em 2018. Desses, 70,4% estão satisfeitos com o voto e 15,9% estão muito satisfeitos. Já 7,6% estão arrependidos.
 
Para 55,4%, o governo Jair Bolsonaro está sendo melhor que o governo Michel Temer. 24,3% consideram que está sendo igual e 8,7% avaliam que está pior.
 
Na comparação do governo de Dilma Rousseff e de Jair Bolsonaro, 55,9% acham que o governo Jair Bolsonaro está sendo melhor. 19,4% avaliam que está pior e 14,5% consideram que está sendo igual. 
 
Ao serem questionados se Jair Bolsonaro reúne as condições para unificar os brasileiros, 40,5% responderam que sim, que a atuação dele vai contribuir para reduzir a separação política entre as pessoas. Já 21,6% afirmam que vai acirrar a separação política e 18,1% avaliam que não vai alterar.
 
Sobre os principais desafios do governo atual:
Saúde: 42,3%
Segurança: 34,3%
Educação: 31,6%
Corrupção: 29,2%
Emprego: 23,7%
Economia: 14,3%
Combate à pobreza: 13,3%
Meio Ambiente: 1,5%
Saneamento: 1,0%
Energia: 0,9%
Transporte: 0,8%
 
Sobre aprovações e desaprovações gerais:
Reestruturação dos ministérios e órgãos federais: 62,2% aprovam e 21,3% desaprovam.
Salário mínimo em R$ 998,00: 29,5% aprovam e 66,9% desaprovam. 
Decreto que flexibiliza a posse de armas: 42,9% aprovam e 52,6% desaprovam. 
Reforma da Previdência: 43,4% aprovam e 45,6% desaprovam.
Pacote anticrime: 62,0% aprovam e 18,8% desaprovam.
 
Em relação ao combate à corrupção, 48,3% avaliam que o governo do presidente Jair Bolsonaro está conforme o esperado, quando comparado com as promessas de campanha. Para 21,6%, está pior que o esperado. Já 20,6% consideram que está melhor. 
 
Sobre os ministros e os ministérios, 44,2% os consideram ótimos ou bons. Já 30,6% acham que são regulares e 13,9%, ruins ou péssimos.
 
Para 57,6%, o governo Jair Bolsonaro mudará para melhor a vida dos brasileiros. 27,5% acham que não mudará e 8,1% consideram que mudará para pior. Entre aqueles que consideram que a mudança será para melhor, 34,8% acreditam que isso ocorrerá em dois anos.
 
• Situação política 
 
58,3% estão acompanhando ou ouviram falar do caso do ex-ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno, que foi exonerado pelo presidente Jair Bolsonaro. Entre eles, 54,5% acham que a exoneração foi justa.
 
Também entre os que sabem da exoneração, 73,3% acreditam que o filho de Jair Bolsonaro, o vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, influenciou na demissão do ministro Gustavo Bebianno.
 
85,9% consideram que a população tem direito de saber o motivo das demissões de ministros.
 
Para 56,8%, os filhos do presidente Jair Bolsonaro (o vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro; o deputado federal Eduardo Bolsonaro; o senador Flávio Bolsonaro) estão interferindo nas decisões do pai na Presidência da República.
 
75,1% avaliam que familiares, independentemente de serem ou não políticos, NÃO devem influenciar um presidente da República nas suas decisões de governo.
 
39,2% confiam mais no presidente Jair Bolsonaro do que no seu vice Hamilton Mourão. Já 27,5% disseram não confiar em nenhum dos dois e 16,3% confiam igualmente nos dois. Outros 6,6% dos entrevistados disseram que não conhecem o vice-presidente e 6,0% confiam mais nele do que em Jair Bolsonaro.
 
 
• Confiança nas instituições 
 
Sobre as instituições e/ou corporações que o entrevistado mais confia:
Igreja: 34,3%
Bombeiros: 19,7%
Forças Armadas: 16,0%
Justiça: 9,8%
Polícia: 4,1%
Imprensa: 3,7%
Governo: 2,4% 
Congresso Nacional: 1,0%
Partidos políticos: 0,2%
 
 
• Inovação tecnológica 
44,9% dizem que têm uma boa relação com a tecnologia, que gostam de algumas novidades tecnológicas, mas ainda são resistentes a outras.
 
Sobre o conhecimento e utilização de dispositivos tecnológicos, os percentuais dos que conhecem e utilizam são:
Smartphones: 69,5%
Aplicativos de navegação: 51,8%
Aplicativos de transporte: 41,8%
Séries e filmes on-line: 40,7%
Compras on-line: 40,6% 
Aplicativos de bancos: 37,9% 
 
Aplicativos de relacionamento: 13,1% 
 
56,3% percebem o avanço da tecnologia no ambiente de trabalho, nos últimos cinco anos. Essa percepção acontece da seguinte forma: computadores exercendo funções que antes pessoas faziam 22,3%, máquinas mais automatizadas e/ou robôs 19,4%, compartilhamento de arquivos em nuvem 6,5%, reuniões por videoconferência 4,4%. 
 
32,6% se sentem um pouco preparados para lidar com as diferentes tecnologias que chegam ao mercado de trabalho. 27,1% dizem não estar preparados e apenas 18,8% se sentem preparados.
 
44,8% não acreditam que a tecnologia poderá colocar (ou já coloca) o seu emprego em risco.
 
54,2% conhecem ou já ouviram falar de inteligência artificial.
 
33,6% consideram que o uso de robôs pode ajudar muito as pessoas nas atividades diárias. 
 
69,5% utilizam smartphones.
 
57,3% avaliam que os preços de pacotes de dados para acessar a internet pelo smartphone estão caros.
 
Sobre a finalidade do uso do celular:
Acessar redes sociais (WhatsApp, Telegram, Facebook, Instagram etc.): 82,0%
Fazer ligação por WhatsApp: 55,5%
Fazer ligação por linha comum: 48,9%
Buscar notícias: 27,0%
Tirar fotografia: 18,0%
Acessar e-mails: 17,0%
Jogos e/ou outros meios de entretenimento: 11,8%
 
Sobre os meios mais utilizados para se comunicar:
Ligação comum de telefone celular: 33,9%
Mensagens instantâneas (como Whatsapp e Telegram): 32,0%
Ligação pelo Whatsapp: 21,6%
Telefone fixo: 5,9%
Chamadas de vídeo (como Facetime, Whatsapp, Skype): 1,2%
E-mail: 0,3%
 
Veículos autônomos: 63,9% já ouviram falar. Entre eles, 74,0% não se sentiriam seguros de andar em um veículo sem motorista.
 
Drones: 80,9% sabem o que é. Entre eles, 60,3% não gostariam de receber alguma mercadoria por drone e 59,9% acham que o drone representa o futuro para o transporte de algumas cargas específicas. 
 
52,0% dos entrevistados consideram que as escolas brasileiras, o ensino técnico e as universidades estão preparando os jovens para a nova realidade tecnológica.
 
 As instituições mais confiáveis são a Igreja (34,3%), os Bombeiros (19,7%) e as Forças Armadas (16,0%).
 
Na avaliação da CNT, Jair Bolsonaro inicia seu governo com elevados índices de aprovação, com uma grande expectativa da população em relação à solução dos diversos problemas do país. 
 

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