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Pesquisa do IBGE aponta alta da produção industrial 01.11.2019

 Rio de Janeiro - A produção da indústria brasileira teve um crescimento de 0,3% na passagem de agosto para setembro. Esta é a segunda taxa positiva do indicador, que acumula alta de 1,5% no período de dois meses. Os dados, da Pesquisa Industrial Mensal, foram divulgados hoje (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 
Na comparação com setembro do ano passado, houve alta de 1,1%. Já na média móvel trimestral, teve crescimento de 0,4%. Por outro lado, a indústria acumula quedas de 1,4% no acumulado do ano e no acumulado de 12 meses.
 
Na passagem de agosto para setembro, três das quatro grandes categorias econômicas tiveram crescimento: bens de consumo duráveis (2,3%), bens de consumo semi e não duráveis (0,5%) e bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (0,2%). Já os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos, tiveram queda de 0,5%.
 
Onze das 26 atividades pesquisadas mostraram expansão na produção. Entre elas, a indústria de veículos automotores, reboques e carrocerias, que cresceu 4,3%, revertendo um recuo de agosto (-2,4%).
 
Outros impactos positivos relevantes vieram de confecção de artigos do vestuário e acessórios (6,6%), bebidas (3,5%), produtos de metal (3,7%), móveis (9,4%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (3,0%) e produtos de borracha e de material plástico (1,4%).
 
Entre os 14 ramos que tiveram queda na produção, os desempenhos de maior impacto foram observados em impressão e reprodução de gravações (-28,6%), indústrias extrativas (-1,2%), máquinas e equipamentos (-2,8%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-4,6%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-0,8%) e produtos do fumo (-7,7%).
 
Já o faturamento da indústria brasileira aumentou 0,4% em setembro em relação a agosto na série livre de influências sazonais. Pela primeira vez desde 2014, o indicador cresce pelo quarto mês consecutivo e acumula alta de 2,1% no período, de acordo com os dados da pesquisa Indicadores Industriais de setembro, divulgada nesta sexta-feira (1º) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
 
Segundo a CNI, “mesmo com os aumentos sucessivos, o faturamento da indústria registra queda de 1,7% no acumulado de janeiro a setembro em relação ao mesmo período do ano passado. Além disso, em setembro, os demais indicadores não tiveram o mesmo desempenho do faturamento”.
 
A pesquisa mostra também que as horas trabalhadas na produção registraram redução de 0,2% frente a agosto, e a utilização da capacidade instalada ficou estável em 78%.
 
O levantamento diz ainda que o emprego e o rendimento médio do trabalhador permaneceram estáveis e a massa real de salários aumentou 0,4% em setembro na comparação com agosto. “Isso confirma que a recuperação da indústria brasileira continua em ritmo lento”, diz a CNI.
Com Agência Brasil
 

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